Natural de Jandira, em São Paulo, Maria Eduarda cursava educação física e gestão esportiva. Em suas redes sociais, compartilhava a paixão pela natureza e por atividades ao ar livre. Era torcedora do Santos Futebol Clube e tinha o esporte como parte essencial da sua vida.
Horas antes do acidente, ela postou stories no Instagram mostrando o local do salto. Em uma das imagens, escreveu a frase que se tornou trágica: Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte. O banner da empresa Entre Cordas aparece na foto publicada pela jovem.
O grupo responsável cobrava R$ 180 por salto e tinha outras cinco datas agendadas. Em depoimento, os instrutores presos disseram ter sofrido um apagão durante a preparação e não souberam explicar por que a corda não foi conectada. A defesa classificou o caso como uma triste fatalidade.
A repercussão foi imediata dentro e fora do Brasil. O caso ocupou os principais jornais do país e ganhou destaque na imprensa internacional, reacendendo o debate sobre a segurança em esportes radicais e a responsabilidade de organizadores de eventos de aventura.

















