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Os crossovers de videogame de Magic continuam não sendo uma droga

Lá em 2008, o conjunto Morningtide introduziu uma mecânica chamada Prowl. Ela permitia que você jogasse cards com o tipo de criatura Rogue por menos mana se você tivesse causado dano a outro jogador (em vez das criaturas dele) antes naquele turno. O crossover Assassin’s Creed traz Prowl de volta, apenas renomeado para Freerunning e com seu custo reduzido aplicado ao tipo de criatura Assassin. Isso significa que se eu puder passar um único ponto de dano pelas defesas de um oponente, posso derrubar uma gangue inteira de amigos da Brotherhood com bônus de barganha imediatamente depois.

Eu faço isso jogando com o Hookblade Veteran, que tem uma tirolesa que significa que ele conta como voador no meu turno e pode contornar a maioria das defesas. Um dos meus oponentes tem algo que pode bloquear atacantes voadores — um Towering Viewpoint, que tem a palavra-chave de bloqueio de voo Reach — então primeiro eu me certifico de tirar isso com um Poison-Blade Mentor. Como eu enveneno uma torre até a morte? Deve ser magia Animus. Como aquele DLC do Assassin’s Creed Origins onde você visita a vida após a morte literal, é melhor não questionar essas coisas.

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