Um conto de suspence, terror, drama, ficção ou realidade? Você decide!

(por: Ney Melo)

A casa era grande. Como os casarões que  vemos em filmes ou afastados das grandes cidades. Três andares. Muitos cômodos e alguns incômodos com Dona Alzira, Seu Amaro e seus filhos.

Na parte térrea havia uma sala de estar. Um aparelho grande  de televisão de madeira era  a única fonte de luz naquele ambiente. Sofás em volta faziam a corte aos visitantes que teimavam contrariar a ideia de que aquele lugar não era convidativo. Uma sala de jantar, com uma extensa mesa para comportar toda a família e na cabeceira sempre os anfitriões. Nenhuma outra pessoa poderia fazer uso. Ela sabe o que aconteceria se alguém ali se aproximasse.

de-halloween-de-papiers-peints-de-nuit,1920x1080,43111Um breve salão de festa. Modesto, mas carregado de utensílios mais imagináveis possíveis para entreter seus convidados. Seu Amaro colecionava animais empalhados. Não era uma obra de arte – nunca foi! Ele os guardava dentro de armários ou gavetas no intuito de  assustar a curiosidade alheia. E era corriqueiro o fato, pois os móveis instigava a vítima a abri-lo  quando às vezes essa desmaiava ao ver aquele bicho saindo ferozmente jorrando algum líquido vermelho pela boca, olhos e ventas.

casa grandeNo primeiro andar os quartos das crianças. Cada um com o seu. Separados pelas paredes, pela idade, pela individualidade e principalmente pela ordem da casa. Dona Alzira e Seu Amaro não aceitava que seus filho compartilhasse a intimidade. “Era para evitar o afeto. O desapego é o aprendizado da alma” – dizia ele.  Sete quartos e um banheiro ocupava o espaço. Ana – a Bela, Dora e Lira com quartos maiores que o dos irmãos. Situado ao lado do banheiro. Maro, Mauro e Mário com os demais quartos do lado oposto aos das filhas. Elas, tinhas 32, 25 e 17 anos respectivamente. Eles, 37, 24 e 16.

casas-assombradas-entradaNo segundo e último andar o quarto do casal, o de hóspede e mais dois cômodos: um para as reflexões de Dona Alzira e um outro que guardava a atenção da casa. Alzira e Amaro não tinham qualquer preocupação com bens. Seus objetos de quarto eram: a cama e um guarda roupa. Há muito tempo acreditavam que o casarão pudera ser vendido. Eles sempre idealizavam o desapego. Na sala de reflexão de Alzira alguns objetos simbólicos ou religiosos para suas reflexões. O quarto de hóspede era o único cômodo da casa que chamaríamos de lugar comum, normal. Espaçoso, iluminado e aconchegante. Havia um quartinho no fundo do corredor que se conhecia apenas o vazio e de vez em quando algum barulho.

Quem por ali passasse, tinha dois sentimentos para com o casarão: curiosidade e medo.

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Publicado por Henrique Santa Rosa em Domingo, 13 de outubro de 2013